Após várias tentativas, e por idas e vindas coma falta (ou excesso) de tecnologia... Nova safra a caminho... Bem-vindos aos meus frutos maturados...
Foto By Falando Grego
...::: Acontece que os poetas hesitam, porque não se satisfazem com as respostas convencionais...by CFMoises:::...
segunda-feira, 9 de junho de 2014
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Escrivaninha ou Ninho, como saber?
Quantas imagens pensadas, vistas somente no interior da
mente?
Quantos quadros e matizes que ficaram por se eternizar?
Quantos sonhos não vividos?
Quantas rimas inacabadas?
Quantas expectativas frustradas?
Como saber daquilo que te devora alma pelo simples fato de
não sê-lo?
Como saber?
Do mal existencial que somente se purga no sonho, na raiva,
no torpor, ou quiçá na morte?
O sonho controlado? Incontraláveis desejos...
Toda a verbe que fugidia, que não salta pra folha, fica, se
enraíza em pasto, do voo plano do corvo
Pasto fértil, porque não semeado pra florir em outros olhos,
e contido em si,
Dentro do que sonha
Por dentro e por fora,
O que não solta, se alastra aos poucos, e o toma e o
transforma pasto,
Decifra-me ou devoro-te,
Esse algo que pupula no peito,
que aniquila com o tempo e
que aos poucos controla, e suga a seiva,
A escravinha onde se debruçam os sonhos e palavras contém um
ninho de ovos.
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Amy, Amy, Amy
Porque apaixonante?
Porque inesquecível?
Voz que evola
Sussurra e agrada
Atinge e desata
Lirismo n’alma
Uma atitude, uma flor,
um olhar
Uma nota na eternidade
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Música,
Personalidade
As árvores morrem, mas ficam de pé
Árvore sempre árvore
Antes semente, em germe
Chuva e terra que alimente
Broto e tempo novo
Mas sempre árvore
Renovo de muda
Que muda de solo
E sempre fala
Daquilo que é, enfrenta e rebate
Árvore sempre árvore
As flores chegam
Os frutos nascem
As folhas caem
Memorial dessarte
Árvore sempre árvore
Não se abate
A sombra doa
O alimento vivifica
Árvore sempre árvore
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Lírica da brasiliana diva
Depois que o mal tempo foi
Eu vi você chegando
Trazia o rosto doce, bom e aliviado
Nada mais incerto
Passava também um tempo
Voltávamos a ser então o tal casal
Apaixonado, apaixonado
Gostei de ser de quem me gosta
Eu aprendi
Querendo a vida bem mais fácil
Eu resolvi
É tão melhor viver em paz
Ninguém me faz sentir assim
Agora mais que nunca somos o tal casal
Apaixonado, apaixonado
E não adianta alguém
Querer que não seja assim
Isso aqui não é o mal
E se anula por si só
E não adianta ir
Tentar se esconder, fugir
Sabedor é quem está
Amadurece e recebe
O presente... presente...
Gostei de ser de quem me gosta
Eu aprendi
Querendo a vida bem mais fácil
Eu resolvi
É tão melhor viver em paz
Ninguém me faz sentir assim
Ninguém me faz sentir assim
Ninguém me faz sentir
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
7 Ciudades de Mí
Tua voz
Teu olhar
Teu rosto
Teu corpo
Estou contigo
E eu mesmo
Metade de mim sem ti
Tão leve iam meus passos...
Tão pesado pisaste em mim...
Tão docemente me deixei levar...
Tão esquecida, estar assim...
Rebate, Rebote, Reboque
Recato recaído reposto
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Miei Fragmenti
AlCuni SomiGlianZa
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento...
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